Em um edifício conhecido pela combinação entre residência e hospitalidade, este apartamento se distingue por uma característica pouco perceptível à primeira vista: tudo nele foi pensado para durar.
São 288 m², três suítes e uma configuração pouco comum: morar em um apartamento com a estrutura de um Fasano ao redor, sem que a residência precise funcionar como extensão de um hotel. O acesso às amenidades é reservado e, dentro da sua casa, a rotina acontece com autonomia.
O projeto parte de uma paleta bastante precisa. Limestone no piso, mármore Gris Armani italiano e nogueira maciça. A seleção de mobiliário reúne Sérgio Rodrigues, Herman Miller, Etel e Arthur Casas, com curadoria de Christine Boerger. É um interior de materiais fortes.
A segurança acompanha essa mesma discrição do projeto. O elevador possui diferentes níveis de controle de acesso, com senhas e sistemas independentes de bloqueio, permitindo a circulação conforme à necessidade.
São quatro vagas de garagem. Para além delas, tudo o que existe ao seu redor. O restaurante privativo, com cardápio do Gero, os serviços Fasano e a possibilidade de atendimento dentro da própria residência garantem a presença da hotelaria sem interferir no modo de morar.
Talvez seja justamente aí que esteja o ponto mais interessante deste imóvel: ele não tenta escolher entre casa e hotel. Une a privacidade de uma residência à estrutura de um hotel, mantendo uma identidade própria.
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